sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cidade de Deus

O filme brasileiro "Cidade de Deus" (2002), de Fernando Meirelles, foi eleito o melhor da década, segundo um ranking feito pela revista americana "Paste". O longa nacional desbancou oponentes como a trilogia "Senhor dos Anéis" e diretores conhecidos como os irmãos Coen.
A lista da publicação considerou filmes lançados entre 2000 e 2009. De acordo com a revista, a produção brasileira leva "um olhar sem medo a um mundo esquecido pelos ricos e poderosos, ignorado pela polícia e alheio à lei e à ordem", fato que fez com que ele ficasse com a primeira posição.
Em 2004, o filme foi relançado nos cinemas dos Estados Unidos depois de não conseguir um lugar para concorrer ao Oscar.
O filme de Fernando Meirelles também apareceu na revista "Time" como um dos 100 melhores de todos os tempos.
Veja abaixo os primeiros 10 colocados da lista:












Fonte: Yahoo

A verdade sobre a nostalgia

Acadei de dar um check up geral na situação, o que me levou a rever Pulp Fiction:

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ser uma pessoa má

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As pessoas boas dormem muito melhor à noite do que as pessoas más. Claro, durante o dia as pessoas más se divertem muito mais.
                                                                   Woody Allen

DARIO ARGENTO’S

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O PÁSSARO DAS PLUMAS DE CRISTAL

William Butler Yeats’s

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LEDA AND THE SWAN

A sudden blow: the great wings beating still

Above the staggering girl, her thighs caressed

By the dark webs, her nape caught in his bill,

He holds her helpless breast upon his breast.

How can those terrified vague fingers push

The feathered glory from her loosening thighs?

And how can body, laid in that white rush,

But feel the strange heart beating where it lies?

A shudder in the loins engenders there

The broken wall, the burning roof and tower

And Agamemnon dead.

Being so caught up,

So mastered by the brute blood of the air

Did she put on his knowledge with his power

Before the indifferent beak could let her drop?

LEDA E O CISNE

Súbito golpe: as grandes asas a bater
Sobre a virgem que oscila, a coxa acariciada
Por negros pés, a nuca, um bico a vem reter;
O peito inane sobre o peito, ei-la apresada.

Dedos incertos de terror, como empurrar
Das coxas bambas o emplumado resplendor?
Pode o corpo, sob esse impulso de brancor,
O coração estranho não sentir pulsar?

Um tremor nos quadris engendra incontinenti
A muralha destruída, o teto, a torre a arder
E Agamêmnon, o morto.
Capturada assim,
E pelo bruto sangue do ar sujeita, enfim
Ela assumiu-lhe a ciência junto com o poder,
Antes que a abandonasse o bico indiferente?

tradução Pércicles Eugênio da Silva Ramos

HOMO PRATICUS 2

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Laerte.

MATADORES

SARA PEZZINI

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HQ: WITCHBLADE

ROBERT ALTMAN’S

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3 WOMEN

terça-feira, 3 de novembro de 2009

o futuro era assim

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Laerte.

mingau

surrealismo

Vivenciamos nossa vida em forma de narrativa. Se você não consegue organizar as coisas de modo narrativo, sua vida é uma tigela caótica de mingau.

Jonathan Franzen

dylan thomas’s

MORTES E ENTRADAS

brownlady

Quase às vésperas incendiárias
De várias mortes próximas,
Quando alguém ante os despojos de quem mais amaste,
E desde sempre conhecido, tenha de abandonar
Os leões e as flamas de sua volátil respiração,
Quem dentre os teus amigos imortais
Elevaria o som dos órgãos do pó inventariado
Para lançar e cantar os teus louvores,
O que mais fundo os invocasse conquistaria a sua paz
Que não pode se afogar ou se esvair
Sem fim junto à sua chaga Nas muitas e alienantes dores
conjugais de Londres.

Quase às vésperas incendiárias
Quando diante de teus lábios e chaves,
Fechando, abrindo, se entrelacem os estranhos assassinados,
Aquele que é o mais desconhecido,
Teu vizinho, a estrela polar, sol de uma outra rua,
Mergulhará em tuas lágrimas.
Ele há de banhar teu sangue chuvoso no másculo oceano
Que percorrerá teu próprio morto
E fará girar sua esfera fora de teu fio de água
E entupirá as gargantas das conchas
Com todos os gritos desde que a luz
Começou a jorrar através de seus olhos tonitruantes.

Quase às vésperas incendiárias
De mortes e entradas,
Quando próximo e estranho, ferido nas ondas de Londres,
Hajas procurado a tua tumba solitária,
Um inimigo entre muitos, que bem sabe
Como cintila o teu coração
Nas trevas vigiadas, pulsando entre furnas e ferrolhos,
Arrancará os raios
Para tapar o sol, mergulhará, galgará tuas teclas sombrias
E fará definhar os ginetes para que recuem,
Até que aquele despojo adorado
Avulte como o último Sansão de teu zodíaco.

(tradução: Ivan Junqueira)

ambrose bierce’s

Vi no Quixotando.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Olha o passarinho

remeaves Estava sentado num bar noite dessas, falando razoavelmente alto  sobre uma pessoa a quem odeio. Então um homem barbudo se sentou ao meu lado e disse de forma discreta: “Por que você não manda matá-lo?”

“Já pensei nisso,” eu disse. “Não pense que não”.

“Deixe eu te ajudar a pensar nisso com clareza”, ele disse. Sua voz era profunda. Ele tinha o focinho grande. Usava terno preto fora de moda e gravata estreita. Sua pequena boca era obscena. “Você está olhando essa situação através de uma névoa vermelha de ódio”, ele disse. “Você precisa da cautela e perspicácia de um consultor de assassinatos que possa planejar o serviço para você e te economizar uma visita desnecessária ao xadrez”.

“Onde encontro um?”, eu disse.

“Você já encontrou um”, ele disse.

Kurt Vonnegut

clássico pornô

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atrás da porta verde

ken russel’s

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o inferno de dante

hitchcock’s

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strangers on a train

john carpenter’s

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richard matheson’s

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o incrível homem que encolheu